
Para frear despesas, o plano de Guedes prevê uma mudança na forma como o salário mínimo e os benefícios previdenciários são corrigidos. Atualmente, a taxa usada para reajuste é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior. De acordo com documentos obtidos pela Folha, a nova regra considera a expectativa de inflação. Há também uma discussão de usar o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - que costuma ser menor que o INPC - para realizar o reajuste. Na prática, isso faria com que o salário mínimo e a aposentadoria subissem abaixo da inflação. Por exemplo: para que o salário mínimo de 2022 fosse de R$ 1.212, o valor de referência usado foi de 10,16%, referente ao INPC de 2021. Com as novas regras, essa taxa poderia ser bem mais baixa, já que a meta da inflação de 2022 foi de 3,5%, enquanto a expectativa do IPCA em 2022 foi de 5,03%. De acordo com a Folha, há ainda outros modelos que modificam o teto de gastos sendo discutidos e estudados entre técnicos do Ministério da Economia. A preferência de Guedes, porém, é por seu próprio plano.
Fonte: IG Economi
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