INFLUENCIADORA BAIANA MORRE APÓS INTERNAÇÃO POR ANEMIA FALCIFORME

Em outubro deste ano, o CORREIO fez uma reportagem sobre o tratamento que possibilita a cura da anemia falciforme, mas o valor exorbitante chocou a todos os pacientes: US$ 2 milhões por pessoa.Doença
Em outubro deste ano, o CORREIO fez uma reportagem sobre o tratamento que possibilita a cura da anemia falciforme, mas o valor exorbitante chocou a todos os pacientes: US$ 2 milhões por pessoa.A doença acaba atingindo ainda mais a população negra. Segundo dados mais recentes do IBGE, a anemia falciforme corresponde a 80% dos baianos.
O único procedimento de cura disponível até o momento no mercado é o transplante de medula óssea, mas a dificuldade de achar um doador compatível e os riscos envolvidos na cirurgia inviabilizam o tratamento para a maior parte da população brasileira, principalmente a baiana. Segundo Jaqueline Itajubá, as chances de compatibilidade não ultrapassam 20%.
O único procedimento de cura disponível até o momento no mercado é o transplante de medula óssea, mas a dificuldade de achar um doador compatível e os riscos envolvidos na cirurgia inviabilizam o tratamento para a maior parte da população brasileira, principalmente a baiana. Segundo Jaqueline Itajubá, as chances de compatibilidade não ultrapassam 20%. Além disso, as duas únicas unidades de saúde que realizam o transplante pelo sistema público na Bahia não têm capacidade para atender a demanda. São o Hospital Universitário Professor Edgard Santos – Hupes e o Hospital São Rafael – Rede D’Or. “Vivemos em um cenário em que um em cada 165 nascidos vivos na Bahia são diagnosticados com anemia falciforme, a maior incidência da doença no país”, afirma Jaqueline Itajubá, coordenadora médica do Centro Estadual de Referência às Pessoas com Doença Falciforme – Rilza Valentim e professora do curso de Medicina da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública.
Fonte: Correio
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