EMPRESAS DE INTERNET SUSPENDEM ATIVIDADES EM MEIO A ATAQUES DE FACÇÃO NO CEARÁ

Provedores de internet no Ceará estão sendo forçados a suspender atividades em diversas regiões devido a uma série de ataques realizados por uma facção. Os criminosos vêm promovendo o corte de cabos, incêndio de veículos e disparos contra as sedes das empresas, afetando a prestação de serviços e deixando milhares de pessoas sem conexão. Desde fevereiro, os provedores de internet do Ceará estão sendo alvos de uma série de ataques promovidos por uma facção criminosa, que está cobrando das empresas parte do valor dos serviços prestados. — Foto: Reprodução As ações violentas já foram registradas em Fortaleza, Caucaia, São Gonçalo do Amarante e Caridade, causando um prejuízo estimado em mais de R$ 1 milhão. Além do impacto financeiro, as empresas e seus funcionários relatam um cenário de medo e insegurança diante das ameaças e da violência imposta pelos criminosos. Os ataques estão relacionados a uma tentativa de extorsão promovida por uma Facção Criminosa CV, que exigem parte do faturamento das provedoras como condição para permitir a operação dos serviços. Segundo apurações, as empresas são obrigadas a pagar uma taxa que pode chegar a 50% do valor cobrado dos clientes. Quem se recusa a pagar sofre represálias, incluindo depredação de patrimônio, roubo de equipamentos e violência contra funcionários. Um técnico que preferiu não se identificar relatou que trabalhadores do setor são abordados nas ruas e coagidos a interromper os serviços caso a empresa para a qual trabalham não aceite pagar a taxa exigida pelos criminosos. “Eles abordam os técnicos que estão na rua fazendo reparos e dizem que só podem atender empresas que estão fazendo pagamentos mensais para a facção. Se negar, a empresa sofre represálias: tem carros queimados, os técnicos são roubados e as lojas são depredadas”, afirmou. Diante da escalada da violência, algumas empresas decidiram suspender serviços. A Acnet, provedora de internet em Caucaia, interrompeu temporariamente visitas técnicas após criminosos dispararem contra sua sede no bairro Itambé. Já em Caridade, todas as prestadoras decidiram interromper as atividades e cortaram a internet de todo o município na madrugada da última terça-feira (11) como forma de protesto contra os ataques.Diante da escalada da violência, algumas empresas decidiram suspender serviços. A Acnet, provedora de internet em Caucaia, interrompeu temporariamente visitas técnicas após criminosos dispararem contra sua sede no bairro Itambé. Já em Caridade, todas as prestadoras decidiram interromper as atividades e cortaram a internet de todo o município na madrugada da última terça-feira (11) como forma de protesto contra os ataques. Diante da escalada da violência, algumas empresas decidiram suspender serviços. A Acnet, provedora de internet em Caucaia, interrompeu temporariamente visitas técnicas após criminosos dispararem contra sua sede no bairro Itambé. Já em Caridade, todas as prestadoras decidiram interromper as atividades e cortaram a internet de todo o município na madrugada da última terça-feira (11) como forma de protesto contra os ataques. Diante da escalada da violência, algumas empresas decidiram suspender serviços. A Acnet, provedora de internet em Caucaia, interrompeu temporariamente visitas técnicas após criminosos dispararem contra sua sede no bairro Itambé. Já em Caridade, todas as prestadoras decidiram interromper as atividades e cortaram a internet de todo o município na madrugada da última terça-feira (11) como forma de protesto contra os ataques. 10 de março: A fachada da Acnet, em Caucaia, foi alvejada por tiros. 10 de março: Bandidos destruíram cabos de internet de uma operadora no município. 9 de março: Após o governador do Ceará anunciar medidas contra a criminalidade, uma empresa foi atacada na madrugada no bairro Sítios Novos, em Caucaia.







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