CAPITÃO DA PM É PRESO SUSPEITO DE VENDER ARMAS PARA FACÇÃO CRIMINOSA NA BAHIA
Prisão restabelecida
A primeira prisão preventiva do capitão havia sido revogada, mas, em julho do ano passado, o Ministério Público ingressou com novo recurso argumentando que as condições que justificaram a detenção inicial “não haviam mudado”. A Justiça acatou o pedido e restabeleceu o mandado de prisão, que agora foi cumprido.
Apreensões e provas encontradas
uma arma registrada em nome de terceiro;
grande quantidade de munições de diversos calibres;
documentos relacionados ao transporte de mercadorias;
registros financeiros compatíveis com o comércio ilegal de armamentos.
Citação na Operação Skywelker
O que diz a Polícia Militar
Megaoperação em seis estados
A ação que levou à nova prisão do capitão ocorre simultaneamente na Bahia e em outros cinco estados: Sergipe, Espírito Santo, São Paulo, Santa Catarina e Pernambuco.
Ao todo, 39 pessoas foram presas. Cerca de 400 agentes participam da operação, coordenada pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) e apoiada pela Polícia Militar, Polícia Federal e Departamento de Polícia Técnica (DPT).
Segundo a Polícia Civil, estão sendo cumpridos mais de 90 mandados judiciais contra integrantes dos setores operacional, logístico e financeiro da organização criminosa. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 100 milhões e o sequestro de bens. Em comunicado, a corporação detalhou:
“A investigação identificou uma complexa associação criminosa responsável pelo abastecimento e preparação de entorpecentes, além da utilização de pessoas físicas e jurídicas para dissimular a origem ilícita dos valores.”
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